Produto veterinário sem registro: uma ordem de apreensão precisa chegar a todos os canais de venda
Uma ordem regulatória pode começar em um ofício, mas sua execução precisa alcançar toda a operação.
O MAPA atualizou, em 25 de setembro, a relação de produtos veterinários sem registro sujeitos à ordem de apreensão nacional. A medida exige atenção de fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes que eventualmente identifiquem correspondência entre os itens listados e seus estoques ou catálogos.
Na prática, a resposta envolve diferentes frentes: verificar cadastros e estoques, bloquear venda e reposição, segregar unidades identificadas, preservar informações sobre lotes e fornecedores, retirar ofertas digitais e comunicar sellers ou parceiros envolvidos.
Também é importante documentar as providências adotadas e seguir as orientações da fiscalização.
O ponto de atenção está na rastreabilidade. Se estoque físico, lojas, e-commerce e marketplaces não estiverem integrados, um produto bloqueado em um canal pode permanecer disponível em outro.
Para empresas que atuam com produtos sujeitos à fiscalização regulatória, processos internos capazes de transformar rapidamente uma determinação da autoridade em ações operacionais são parte relevante da gestão de riscos.



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