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Detran-DF é condenado por duplicidade de CNH: Como decisões assim reforçam a proteção à vida privada?

  • BLM
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF manteve a condenação do Detran-DF por erro cadastral que persistiu por quase 20 anos. A falha vinculou indevidamente o CPF do autor à CNH de terceiro, gerando constrangimentos, bloqueios em sistemas e notificações indevidas. A indenização foi fixada em R$ 12 mil por danos morais.

 

A decisão reconheceu a gravidade do erro e determinou:

  • A exclusão da duplicidade no cadastro.

  • A atualização da base nacional com os dados corretos.

  • O pagamento da indenização ao autor.

Entre os impactos, destacam-se a presunção de falsificação documental e os transtornos causados ao motorista.

 

Por que isso importa?

Falhas cadastrais, mesmo quando persistem por longos períodos, podem gerar indenizações significativas. Esse cenário reforça:

  • A responsabilidade civil do Estado na gestão de dados.

  • A importância de controles internos para evitar litígios.

  • A necessidade de compliance e governança em órgãos públicos, garantindo maior segurança jurídica e proteção à vida privada.

 
 
 

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